CLP Haiwell chega ao Brasil

É com orgulho que anunciamos a distribuição para todo o Brasil dos produtos da Haiwell. Os CLPs Haiwel para automação industrial são indicados para injetoras de plástico, empacotamento, máquinas têxteis, alimentação, instalações médicas, indústria farmacêutica, meio ambiente, serviços municipais, equipamentos de impressão, automação predial, elevadores e outras aplicações onde são requeridos alta confiabilidade, robustez e ótimo custo-benefício.

Características básicas

  • Ferramenta de progração gratuita e com 100% de simulação via software;
  • Atende a norma IEC-61131 com programação em Ladder, Blocos de funções e Listas de instruções;
  • CPUs com 16 a 60 ponto de IO digital;
  • Interfaces de comunicação Ethernet, RS232 e RS485 nativas;
  • Protocolos de de comunicação Modbus TCP, Haiwell TCP, Modbus RTU e ASCII, e Haiwell High Speed Protocol;
  • Programação remota via Haiwell Cloud;
  • Módulos de expansão via Ethernet e RS485;
  • Blocos de conexão destacáveis para troca facilitada de módulos.

Alfacomp e Nivetec instalam telemetria no Tocantins

Alfacomp e Nivetec instalam remota para medição de vazão no Rio Formoso.

Foto de Fernando Alvesrio-formoso-foto-fernando-alves

O primeiro teste nos equipamentos que irão medir a vazão das bombas de captação de água do Rio Formoso no Sudoeste do Tocantins para a irrigação de seus diversos projetos agrícolas será feito neste sábado, 18, por um grupo de especialistas contratado por produtores rurais e irrigantes daquela região.

A automação deste controle se deu após um acordo entre irrigantes e o Ministério Público, com o objetivo de preservar o Rio Formoso e manter os níveis de produção agrícola na região.

Conforme o grupo, o projeto está sendo desenvolvido pelo Instituto de Atenção às Cidades, ligado à Universidade Federal do Tocantins (UFT) com os custos bancados pela Associação dos Produtores Rurais do Sudoeste do Tocantins.

Ainda segundo a grupo, depois da grave crise hídrica que afetou o Rio Formoso e seus afluentes em 2016, deixando o rio em níveis críticos, agravada pela captação de água para irrigação por inundação na região, iniciaram-se os estudos para o desenvolvimento de uma tecnologia capaz de medir com precisão o volume de água captado no Rio, a fim de planejar ações de preservação do afluente.

– Este é um projeto inédito no mundo e é o ponto de partida para assegurar a vazão do Rio, permitindo o uso sustentável e mais racional de suas águas sem prejuízo à exuberante fauna e flora existentes ao seu redor – explicou Felipe Azevedo Marques, doutor em Engenharia Agrícola, especialista em Hidrologia e coordenador do projeto.

Ele acrescenta que o projeto consiste na instalação de medidores ultrassônicos nas propriedades capazes de medir e transmitir informações em tempo real via rede telefônica 2G para órgãos de controle, universidades e para os produtores, a fim de garantir um planejamento eficaz da vazão e sua rigorosa fiscalização.

– Tudo isso precedido e sucedido de muitos estudos e diagnósticos que serão ferramentas indispensáveis na elaboração de novas estratégias de preservação de toda a Bacia do Rio Formoso composta por cursos d´água importantes como o Rio Urubu entre outros – enfatizou.

Depois de diagnósticos sobre a disponibilidade hídrica dos rios da bacia e o diagnóstico da demanda dos usuários – continua o grupo – será desenvolvido um sistema de informações para o monitoramento contínuo das águas por meio de um sistema automatizado com medidores hidrostáticos e ultrassônicos, ambos com sinal analógico e de altíssima precisão.

– Esse sistema permitirá aos empresários rurais e aos agentes públicos e comitês de bacias, monitorarem em tempo real a situação dos recursos hídricos, planejar com antecedência a gestão dos usos múltiplos e garantir a segurança hídrica ao desenvolvimento, reduzindo significativamente as certezas e o risco associado à seca do Rio Formoso – garante Felipe.

Teste

captacao-de-agua-para-agricultura-1

Técnicos do Instituto de Atenção às Cidades e das empresas fornecedores dos medidores já estão na região da Lagoa da Confusão preparando os equipamentos para o primeiro teste que será realizado com a presença de produtores rurais, jornalistas e autoridades.

O experimento será na propriedade do produtor Victor Rodrigues da Costa, no município da Lagoa da Confusão.

– Até março já teremos os primeiros resultados para apresentar aos produtores e ao MP com previsão de apresentação de resultados mais conclusivos até junho – conclui Felipe.

Da Ascom da iniciativa, com edição da redação de Cerrado Rural 18 de Fevereiro de 2017.
Mais notícias no portal G1: 

http://g1.globo.com/to/tocantins/jatv-2edicao/videos/t/edicoes/v/apos-passar-por-crise-hidrica-rio-formoso-ganha-aparelho-para-monitorar-retirada-de-agua/5665215/

Águas Guariroba usa tecnologia inovadora para medir consumo

Fonte: http://www.aguasguariroba.com.br/

Com um equipamento semelhante a um smartphone e uma antena acoplados a um veículo, o leiturista passa pela rua, trafegando normalmente. Enquanto ele fica atento às normas de trânsito, o aparelho capta os sinais enviados pelos hidrômetros digitais instalados nos imóveis, fazendo a medição do consumo de água de cada um. A medição por telemetria é um projeto piloto que está sendo desenvolvido pela Águas Guariroba, empresa responsável pelos serviços de água e esgoto de Campo Grande (MS).

É um grande avanço para as empresas de saneamento e usuários, pois a nova tecnologia oferece mais praticidade. “A medição por telemetria evita o acesso do leiturista ao imóvel nos casos em que o hidrômetro é interno. Elimina também as cobranças pela média, o que acontece quando não se tem acesso ao hidrômetro”, explica Ana Paula Molina, gerente Comercial da Águas Guariroba, uma das responsáveis pelo projeto.

Outra vantagem da telemetria é detectar possíveis vazamentos, reduzindo ainda mais as perdas de água. Campo Grande tem hoje um dos menores índices de perdas do país: 19%, enquanto a média nacional é de 38% (SNIS – Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, 2013). A redução é fruto da busca contínua pela excelência e melhores serviços, como o caso dos investimentos feitos para viabilizar o novo projeto de medição por leitura remota.

O primeiro passo foi a substituição dos hidrômetros mecânicos – os tradicionais, redondos, com relógio e conta-giros – para os digitais, também conhecidos como ultrassônicos. A troca começou a ser feita em 2014 e mais de 32 mil hidrômetros digitais foram instalados. Segundo a fabricante, uma empresa alemã, Campo Grande é a cidade brasileira que tem o maior número de clientes com acesso à essa tecnologia.

Como funciona a medição por telemetria

O hidrômetro digital permite a leitura por meio do toque no sensor ótico do aparelho. O total de metros cúbicos consumidos também são enviados por rádio frequência, que são geradas pelo aparelho automaticamente a cada 8 segundos. Elas são captadas pela antena receptora portátil usada pelo leiturista ou por antenas fixas, metodologia que também está sendo usada pela Águas Guariroba. São duas antenas em dois pontos da cidade, responsáveis pela leitura à distância de hidrômetros de 2 mil imóveis. No caso do leiturista, o registro pode ser feito com o carro ou moto em movimento e tem alcance de até 200 metros. Cada hidrômetro possui uma identificação única e uma chave de segurança que garantem total sigilo nas informações transmitidas por telemetria.

Fenasan 2016

Vem ai a FENASAN 2016

Fenasan 2016

Promovida há 26 anos consecutivos pela AESabesp – Associação dos Engenheiros da Sabesp,  a FENASAN – Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente é hoje consolidada e reconhecida como uma das mais importantes feiras do setor de saneamento realizadas no Brasil e no exterior. E em caráter simultâneo com o Encontro Técnico da AESabesp –Congresso Nacional de Saneamento e Meio Ambiente é considerada como o maior evento do setor na América Latina.
Entre visitantes da Feira e congressistas do Encontro/Congresso, o evento recebe em torno de 17.000 pessoas em cada edição anual. Seu público é formado por executivos, técnicos, empresários, estudantes, gestores e pesquisadores de órgãos públicos e privados, acadêmicos e demais interessados no avanço da aplicação dos conhecimentos em saneamento ambiental, resultando numa das visitações mais qualificadas das realizações do setor.
A FENASAN tem como objetivos principais o fomento e a difusão da tecnologia empregada no setor de saneamento ambiental, bem como a troca de informações, a demonstração de produtos e o desenvolvimento tecnológico de sistemas empregados no tratamento e abastecimento de água, esgotamento sanitário, drenagem das águas pluviais, análises laboratoriais, adução e abastecimento e sistemas de coleta, e disposição final e manejo de resíduos sólidos, reunindo os principais fabricantes e fornecedores de materiais e serviços para o setor de saneamento e de segmentos correlatos.
VENHA VISITAR A ALFACOMP NA FENASAN 2016

Controle a água e o esgoto de sua cidade

Telemetria de água e esgoto

O que e a TELEMETRIA DE ÁGUA E ESGOTO?

Trata-se da automação, monitoração e controle, em tempo real, de reservatórios e elevatórias de água e esgoto, ETAs e ETEs via rádio.

Por que implantar?

Em um município sem sistema de telemetria, é a população que avisa a companhia de água e esgoto quando ocorre uma falha no abastecimento.

O sistema de telemetria é necessário para:

  • Garantir o abastecimento da população;
  • Monitorar em tempo real o funcionamento de estações elevatórias, reservatórios, medidores de vazão e demais dispositivos elétricos e hidráulicos do sistema;
  • Armazenar e apresentar dados históricos sobre a qualidade do abastecimento;
  • Alarmar vazamentos, falhas de operação, falhas de equipamentos, intrusões, valores anormais de níveis, pressões e vazões;
  • Prevenir e minimizar perdas;
  • Enfim, garantir a qualidade dos serviços prestados.

Por que Alfacomp?

Somos a única empresa brasileira fabricante de rádios modem, fornecendo sistemas de telemetria de água e esgoto com tecnologia aberta, protocolos de comunicação de uso comum e não proprietário, utilizando CLPs de mercado e software supervisório de mercado.

Vantagem de nossa solução:

  • Possuímos o melhor custo-benefício;
  • Tecnologia aberta que permite ampliar o sistema utilizando qualquer marca de CLP que comunique por MODBUS;
  • Software supervisório em Elipse E3 com amplo calendário de treinamentos;
  • Rádios modem fabricados no Brasil com suporte e manutenção nacionais;
  • 18 anos de experiência em automação do saneamento.

Quais empresas de saneamento operam com equipamentos Alfacomp?

Empresas onde nosso equipamentos estão instalados

Como funciona o CCO (Centro de Controle e Operação)?

Dotado de computadores e monitores, o CCO permite que a equipe de operação supervisione e controle o funcionamento de todo o sistema de abatecimento de água do município. Do centro de operações é possível comandar de forma automática e manual o funcionamento de elevatórias, reservatórios, boosters, válvulas, comportas, macro medidores de vazão e qualquer outro dispositivo eletromecânico. Toda a comunicação se dá via rádio.

Como funciona a automação das estações?

Painéis de telemetria, constituídos de quadros elétricos dotados de CLP, rádio modem, fonte de alimentação com bateria e interfaces analógicas e digitais são instalados nos reservatórios, elevatórias de de água e esgoto, pontos de macro medição, válvulas atuadoras e VRPs, ETAs e ETEs.

Rádios modem livres de licença de utilização junto a Anatel estabelecem a comunicação entre o CCO e as estações.

CLPs fabricados no Brasil, programados em LADDER e comunicando em protocolo MODBUS RTU, controlam a monitoram a estação.

Baixe o manual do painel de telemetria PT5501

Como especificar um sistema de telemetria de água e esgoto?

O primeiro passo é o levantamento de campo, quando são coletadas as informações sobre os pontos de interesse, a saber: reservatórios, elevatórias de água e esgoto, boosters, pontos e macro medição, VRPs, ETAs, ETEs, e qualquer outra instalação que se deseje monitorar e controlar. O resultado deste levantamento é uma lista de informações contendo:

  • Descrição da instalação com a lista de instrumentos, parâmetros hidráulicos e elétricos, volumes, pressões, níveis, potências, etc;
  • Foto das instalações com estimativas de altura das edificações e reservatórios;
  • Coordenadas geográficas de cada ponto, preferencialmente em graus, minutos e segundos.

Com base nas informações enviadas, nossa equipe cria um anteprojeto descrevendo em detalhes a tecnologia que será fornecida para automatizar, monitorar e controlar as instalações de saneamento do município. O cliente recebe então um manual de anteprojeto e uma planilha orçamentária contendo os valores de investimento para cada ponto de automação.

O manual de anteprojeto do sistema de telemetria de água e esgoto do município tem o formato do documento a seguir, que pode ser obtido clicando na imagem abaixo.

Baixe o manual de anteprojeto típico

Solicite um estudo de viabilidade para implantar um sistema de telemetria de água e esgoto em seu município.

(51)3029.7161  – http://www.alfacomp.ind.br

IX Seminário de Tecnologia Ambiental – Campinas – SP

ASSEMAE IX SP

Com o tema ““A CRISE HÍDRICA E SUAS CONSEQUÊNCIAS PARA O SANEAMENTO” acontece de 09 a 11 de Dezembro no Hotel Nacional Inn em Campinas – SP, o encontro regional do ASSEMAE

ASSEMAE SP

Estamos vivendo no Brasil um momento crítico em termos de abastecimento de água e energia. Resultado de um modelo econômico que incentivou o consumo e não o investimento, estamos próximos do colapso no abastecimento de energia elétrica. De outro lado, fruto de fenômenos climáticos, agravado pela falta de políticas públicas, o país vive a maior crise hídrica da história. Segundo números apresentados em março de 2014 no seminário “Água, Saúde, Enchentes e Escassez” na FIESP, as perdas de água tratada no país totalizam 40%, mais da metade da população não tem coleta de esgoto, apenas 38% do esgoto é tratado e cerca de 36 milhões de brasileiros ainda não têm acesso à água tratada. Da necessidade de economizar água e energia surge a oportunidade para a oferta de soluções tecnológicas e de estratégias que viabilizem o uso mais racional destes recursos. Os SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO se apresentam como recurso indispensável na busca pela melhoria do desempenho operacional, econômico e financeiro das empresas de saneamento, sendo o primeiro instrumento a ser utilizado pelo programa de diminuição de perdas.
A Alfacomp Automação Industrial estará presente no evento apresentando uma solução tecnológica para a TELEMETRIA DE ÁGUA E ESGOTO.

Atualização tecnológica do sistema de automação e telemetria de água e esgoto

Os primeiros sistemas de automação e telemetria de água e esgoto surgiram há cerca de 20 anos no Brasil. Alguns sistemas foram implementados utilizando  CLPs de mercado que hoje estão descontinuados e softwares supervisórios para os quais não existe mais suporte. Outros sistemas foram desenvolvidos utilizando hardwares e software proprietários, deixando o usuário sujeito a contratos de manutenção com custos altos de reposição de peças.

Objetivo: modernizar o sistema de telemetria e minimizar custos com manutenção.

Caracterização da situação existente: O sistema atual é composto por controladores industriais e software supervisório proprietários ou obsoletos. Isto significa que apenas o fornecedor original do sistema possui equipamentos e compatíveis para efetuar a substituição de peças defeituosas e para ampliar o sistema. A manutenção do sistema está a cargo da empresa fornecedora da tecnologia.

Situação desejada: Alterar a tecnologia do sistema de telemetria de forma a torná-lo aberto e compatível com equipamentos genéricos, aproveitando ao máximo o sistema instalado para minimizar custos. Qualificar o corpo técnico da empresa de saneamento para a manutenção do sistema de telemetria de forma que o contrato de manutenção seja uma opção da empresa e não a única alternativa.

Solução proposta: Utilizar CLPs de mercado comunicando em MODBUS RTU e cujo fornecedor mantenha cursos regulares de utilização e programação. Utilizar um software supervisório de mercado que possua calendário regular de treinamentos. Aproveitar antenas, rádio, transmissores de nível, pressão, vazão, medidores de grandezas elétricas, painéis elétricos, no-breaks, e demais instalações que estejam em boas condições operacionais. O protocolo de comunicação MODBUS é de domínio público e sustentado pela quase totalidade de fabricantes de controladores lógicos e fornecedores de softwares supervisórios.

Sistema de telemetria

Exemplo de atualização tecnológica de painel existente

CLP com IHM para instalar em painel existente.

CLP com IHM para instalar em painel existente.

Conjunto é composto por:

  • CLP DUO que será instalado na porta do painel
  • SW3300 – Seccionador, DPS e tomada
  • RS-5024 – Fonte de alimentação
  • IA2820 – Interface com 8 entradas analógicas
  • ID2908 – Interface relé com 8 saídas isoladas
  • O CLP será instalado na porta do painel existente.

Os demais módulos serão instalados na placa de montagem do painel existente. O número de interfaces poderá variar conforme a estação.

Onde há necessidade de um maior número de IOs pode ser instalado um conjunto composto por:

  • CLP FBs
  • IHM Weintek que será instalado na porta do painel
  • SW3300 – Seccionador, DPS e tomada
  • RS-5024 – Fonte de alimentação
  • IA2820 – Interface com 8 entradas analógicas
  • ID2908 – Interface relé com 8 saídas isoladas
CLP com IHM separada

CLP com IHM separada

 

E o que é a TELEMETRIA DA ÁGUA E ESGOTO? 

Trata-se da automação, monitoração e controle, em tempo real, de reservatórios e elevatórias de água e esgoto, ETAs e ETEs via rádio.

granja

Qual a importância da TELEMETRIA DE ÁGUA E ESGOTO?

Em um município sem sistema de telemetria, é a população que avisa a companhia de água e esgoto quando ocorre uma falha no abastecimento.

O sistema de telemetria é necessário para:

  • Garantir o abastecimento da população;
  • Monitorar em tempo real o funcionamento de estações elevatórias, reservatórios, medidores de vazão e demais dispositivos elétricos e hidráulicos do sistema;
  • Armazenar e apresentar dados históricos sobre a qualidade do abastecimento;
  • Alarmar vazamentos, falhas de operação, falhas de equipamentos, intrusões, valores anormais de níveis, pressões e vazões;
  • Prevenir e minimizar perdas;
  • Enfim, garantir a qualidade dos serviços prestados.

Como funciona o CCO (Centro de Controle e Operação)?

CCO

Dotado de computadores e monitores, o CCO permite que a equipe de operação supervisione e controle o funcionamento de todo o sistema de abatecimento de água do município. Do centro de operações é possível comandar de forma automática e manual o funcionamento de elevatórias, reservatórios, boosters, válvulas, comportas, macro medidores de vazão e qualquer outro dispositivo eletromecânico. Toda a comunicação se dá via rádio.

vila haro

Como funciona a automação das estações?Estaçao remota

Painéis de telemetria, constituídos de quadros elétricos dotados de CLP, rádio modem, fonte de alimentação com bateria e interfaces analógicas e digitais são instalados nos reservatórios, elevatórias de água e esgoto, pontos de macro medição, válvulas atuadoras e VRPs, ETAs e ETEs. Rádios modem livres de licença de utilização junto a Anatel estabelecem a comunicação entre o CCO e as estações. CLPs fabricados no Brasil, programados em LADDER e comunicando em protocolo MODBUS RTU, controlam a monitoram a estação.

Por que Alfacomp?

Somos a única empresa brasileira fabricante de rádios modem, fornecendo sistemas de telemetria de água e esgoto com tecnologia aberta, protocolos de comunicação de uso comum e não proprietário, utilizando CLPs de mercado e software supervisório de mercado.

  • Vantagem de nossa solução:
  • Possuímos o melhor custo-benefício;
  • Tecnologia aberta que permite ampliar o sistema utilizando qualquer marca de CLP que comunique por MODBUS;
  • Software supervisório de mercado com amplo calendário de treinamentos;
  • Rádios modem fabricados no Brasil com suporte e manutenção nacionais;
  • 18 anos de experiência em automação do saneamento.

Como especificar um sistema de telemetria

O primeiro passo é o levantamento de campo, quando são coletadas as informações sobre os pontos de interesse, a saber: reservatórios, elevatórias de água e esgoto, boosters, pontos e macro medição, VRPs, ETAs, ETEs, e qualquer outra instalação que se deseje monitorar e controlar. O resultado deste levantamento é uma lista de informações contendo:

  • Descrição da instalação com a lista de instrumentos, parâmetros hidráulicos e elétricos, volumes, pressões, níveis, potências, etc;
  • Foto das instalações com estimativas de altura das edificações e reservatórios;
  • Coordenadas geográficas de cada ponto, preferencialmente em graus, minutos e segundos.

Com base nas informações enviadas, nossa equipe cria um anteprojeto descrevendo em detalhes a tecnologia que será fornecida para automatizar, monitorar e controlar as instalações de saneamento do município. O cliente recebe, então, um manual de anteprojeto e uma planilha orçamentária contendo os valores de investimento para cada ponto de automação.

Aguardamos sua vista de 9 a 11 de dezembro em Campinas/SP no encontro regional do ASSEMAE no Hotel Nacional Inn.   comercial@alfacomp.ind.br   (51)3029.7161

Programação do evento

Tema: Novas Tecnologias para o Saneamento Básico

Data: 09, 10 e 11 de dezembro de 2015

Local: Hotel Nacional Inn, Av. Benedito Campos, 35, Jardim do Trevo, Campinas/SP

Dia 09/12/2015 (quarta-feira)

8h00 às 9h30 – Credenciamento

9h30 às 10h30 – Abertura oficial do evento

10h30 às 12h00 – Apresentação de tecnologias

12h00 às 13h30 – Intervalo para almoço

13h30 às 15h00 – Mesa redonda 1: “Vantagens de um sistema de gestão da qualidade nos serviços de saneamento básico – indicadores e resultados”

Participantes:

– Izabel Cristina de Souza – Coordenadora de Gestão da Qualidade do SEMASA de Santo André/SP

– Leopoldo Santana Luz – Membro da Academia Brasileira da Qualidade e do Comitê Brasileiro NBR ISO 9001 (CB 25)

– Manoel Ornellas – Coordenador de Gestão da Qualidade do SAAE de Itapira/SP

Moderadora: Sílvia Maymi Sinkai de Oliveira do DAEP de Penápolis/SP

15h00 às 16h00 – Apresentação de tecnologias

16h00 às 16h30 – Intervalo

16h30 às 18h00 – Mesa redonda 2: “Eficiência energética no sistema de saneamento”

Participantes:

– Marcelo Otte – Consultor (Indicado pela Agência de Cooperação Alemã – GIZ)

– Paulo Takeyama – Superint. do SAE de Salto/S

– Renata Leite Falcão – Superintendente do Programa de eficiência Energética do

Procel Sanear da ELETROBRÁS

Moderador: Carlos Pedro Bastos do SEMASA de Santo André/SP

Dia 10/12/2015 (quinta-feira)

9h00 às 10h30 – Mesa redonda 3: “Possibilidades de financiamento para novas tecnologias no sistema de saneamento”

Participantes:

– Paulo Ferreira – Secret. Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades

– Antônio Henrique de Carvalho Pires – Presidente da FUNASA

– José Henrique Paim Fernandes – Diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento

Econômico e Social – BNDES

Moderador: Aparecido Hojaij – Presidente Nacional da Assemae

10h30 às 12h00 – Apresentação de tecnologias

12h00 às 13h30 – Intervalo para almoço

13h30 às 15h00 – Mesa redonda 4: “Estações produtoras de água de reúso – novas alternativas para o tratamento de esgoto”

IX SEMINÁRIO DE TECNOLOGIA DA REGIONAL SÃO PAULO

Participantes:

– Renato Rosseto – Gerente de Operação de Esgoto da SANASA de Campinas/SP

– Ivanildo Hespanhol – Professor da USP e Diretor do Centro Internacional de Referência em Reúso de Água

Moderador: Alessandro S. Tetzner da SANASA de Campinas/SP

15h00 às 15h30 – Intervalo

15h30 às 16h30 – Apresentação de tecnologias

16h30 às 18h00 – Mesa Redonda 5: “Coleta seletiva, logística reversa e a gestão dos resíduos sólidos nos municípios”

Participantes:

– Cláudia Lins Lima – Assistente Técnica Confederação Nacional dos Municípios (CNM)

– Marcelo Jorge Medeiros – Secret. Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do MMA

– Ernesto Dimas Paulella – Secret. Serv. Públicos Prefeitura Municipal de Campinas

– José Antônio Bacchin Presidente da da AMLURB, Prefeitura Municipal de SP

Moderador: Silvio José Marques do DAE de Jundiaí/SP

Dia 11/12/2015 (sexta-feira)

8h30 às10h00 – Apresentação de tecnologias

10h00 às 11h30 – Mesa redonda 6: “Controle de perdas e os impactos no sistema de abastecimento de água para os serviços de saneamento”

Participantes:

– Paulo Ferreira – Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental – Ministério das Cidades

– Lina Cabral Adani – Gerente de Controle de Perdas e Sistemas da SANASA de Campinas/SP

– Sônia Karin Chapman – Pacto Goblal – Rede Brasileira – Movimento pela redução das perdas de água na distribuição

Moderador: Fabiane Cabral da Costa Santiago do SAAE de Atibaia/SP

11h30 – Encerramento

12h00 – Brunch

Inscrições

atendimento@assemae.org.br  (61) 3325-7592 / (61) 3322-5911

 

 

Inscreva-se no IV Congresso Mineiro de Saneamento Básico

Estão abertas as inscrições para o IV Congresso Mineiro dos Serviços Municipais de Saneamento Básico, que acontece de 15 a 16 de outubro, em Mariana (MG), sob o tema “Escassez hídrica: desafios atuais e futuros para os municípios”. As inscrições devem ser efetuadas pelo site da Assemae. Inscreva-se no IV Congresso Mineiro de Saneamento BásicoMarianaMGO evento tem como objetivo promover a integração dos gestores públicos relacionados ao saneamento básico, estimulando a troca de experiência e a construção de alternativas para o enfrentamento da crise hídrica nos municípios mineiros. O Congresso terá a participação de representantes do poder executivo, lideranças de entidades não governamentais, gestores, técnicos, pesquisadores e estudantes envolvidos com a pauta do setor. A expectativa é reunir um grande número de profissionais dos serviços municipais de saneamento básico de Minas Gerais.

Além da crise hídrica, a programação prevê o debate sobre importantes temas do setor, como a gestão integrada ao meio ambiente, saneamento rural, despoluição de bacias hidrográficas, tratamento de esgotos urbanos, regulação dos serviços, estudo tarifário, gerenciamento dos resíduos sólidos e Planos Municipais de Saneamento Básico.

Segundo a presidente da Assemae Regional de Minas Gerais, Tânia Maria Duarte, o congresso é uma oportunidade para auxiliar os municípios na correta gestão do saneamento básico, apresentando respostas aos problemas enfrentados em decorrência da crise hídrica. “Queremos incentivar a troca de experiência entre os serviços, buscando o pleno atendimento da população, com qualidade e sustentabilidade”.

As palestras serão conduzidas por especialistas da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Agência Nacional de Águas (ANA), Programa Nacional de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Vigiagua), Secretaria Estadual de Saúde, Ministério Público, Instituto Estadual de Florestas (IEF), Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM), Centro de Aproveitamento de Materiais Descartáveis (CAMAR) de Mariana e dos comitês de bacias.

O evento também vai realizar uma feira de saneamento básico, com a exposição de 18 estandes. O local reunirá empresas fornecedoras de soluções tecnológicas para os serviços do setor, incluindo as novidades em equipamentos e processos. Ao final do Congresso ocorrerá a Assembleia Geral da Assemae de Minas Gerais e a eleição da diretoria regional para o mandato de 2015 a 2017.

O IV Congresso Mineiro dos Serviços Municipais de Saneamento Básico é uma iniciativa da Assemae Regional de Minas Gerais, com o apoio da prefeitura de Mariana e dos consórcios intermunicipais de saneamento: Cisab Região Central, Cisab Zona da Mata e Cisab Sul. O valor das inscrições é de R$ 100,00 para não associados e R$ 50,00 aos associados. Já os estudantes poderão participar pela taxa simbólica de R$ 10,00.

Serviço

  • O que: IV Congresso Mineiro dos Serviços Municipais de Saneamento Básico
  • Quando: 15 e 16 de outubro de 2015
  • Onde: Centro de Convenções Alphonsus Guimarães Filho, em Mariana (MG)

A Alfacomp estará apresentando a atualização tecnológica do sistema de automação e telemetria de água e esgoto

Os primeiros sistemas de automação e telemetria de água e esgoto surgiram há cerca de 20 anos no Brasil. Alguns sistemas foram implementados utilizando  CLPs de mercado que hoje estão descontinuados e softwares supervisórios para os quais não existe mais suporte. Outros sistemas foram desenvolvidos utilizando hardwares e software proprietários, deixando o usuário sujeito a contratos de manutenção com custos altos de reposição de peças.

Objetivo: modernizar o sistema de telemetria e minimizar custos com manutenção.

REL (3)

Sistema obsoleto

Caracterização da situação existente: O sistema atual é composto por controladores industriais e software supervisório proprietários ou obsoletos. Isto significa que apenas o fornecedor original do sistema possui equipamentos e compatíveis para efetuar a substituição de peças defeituosas e para ampliar o sistema. A manutenção do sistema está a cargo da empresa fornecedora da tecnologia.

Situação desejada: Alterar a tecnologia do sistema de telemetria de forma a torná-lo aberto e compatível com equipamentos genéricos, aproveitando ao máximo o sistema instalado para minimizar custos. Qualificar o corpo técnico da empresa de saneamento para a manutenção do sistema de telemetria de forma que o contrato de manutenção seja uma opção da empresa e não a única alternativa.

Solução proposta: Utilizar CLPs de mercado comunicando em MODBUS RTU e cujo fornecedor mantenha cursos regulares de utilização e programação. Utilizar um software supervisório de mercado que possua calendário regular de treinamentos. Aproveitar antenas, rádio, transmissores de nível, pressão, vazão, medidores de grandezas elétricas, painéis elétricos, no-breaks, e demais instalações que estejam em boas condições operacionais. O protocolo de comunicação MODBUS é de domínio público e sustentado pela quase totalidade de fabricantes de controladores lógicos e fornecedores de softwares supervisórios. Exemplo de atualização tecnológica de painel existente:

CLP com IHM para instalar em painel existente.

CLP com IHM para instalar em painel existente.

Conjunto é composto por:

  • CLP DUO que será instalado na porta do painel
  • SW3300 – Seccionador, DPS e tomada
  • RS-5024 – Fonte de alimentação
  • IA2820 – Interface com 8 entradas analógicas
  • ID2908 – Interface relé com 8 saídas isoladas
  • O CLP será instalado na porta do painel existente.

Os demais módulos serão instalados na placa de montagem do painel existente. O número de interfaces poderá variar conforme a estação.

Onde há necessidade de um maior número de IOs pode ser instalado um conjunto composto por:

  • CLP FBs
  • IHM Weintek que será instalado na porta do painel
  • SW3300 – Seccionador, DPS e tomada
  • RS-5024 – Fonte de alimentação
  • IA2820 – Interface com 8 entradas analógicas
  • ID2908 – Interface relé com 8 saídas isoladas
CLP com IHM separada

CLP com IHM separada

 

E o que é a TELEMETRIA DA ÁGUA E ESGOTO? 

Trata-se da automação, monitoração e controle, em tempo real, de reservatórios e elevatórias de água e esgoto, ETAs e ETEs via rádio.

granja

Qual a importância da TELEMETRIA DE ÁGUA E ESGOTO?

Em um município sem sistema de telemetria, é a população que avisa a companhia de água e esgoto quando ocorre uma falha no abastecimento.

O sistema de telemetria é necessário para:

  • Garantir o abastecimento da população;
  • Monitorar em tempo real o funcionamento de estações elevatórias, reservatórios, medidores de vazão e demais dispositivos elétricos e hidráulicos do sistema;
  • Armazenar e apresentar dados históricos sobre a qualidade do abastecimento;
  • Alarmar vazamentos, falhas de operação, falhas de equipamentos, intrusões, valores anormais de níveis, pressões e vazões;
  • Prevenir e minimizar perdas;
  • Enfim, garantir a qualidade dos serviços prestados.

Como funciona o CCO (Centro de Controle e Operação)?

Dotado de computadores e monitores, o CCO permite que a equipe de operação supervisione e controle o funcionamento de todo o sistema de abatecimento de água do município. Do centro de operações é possível comandar de forma automática e manual o funcionamento de elevatórias, reservatórios, boosters, válvulas, comportas, macro medidores de vazão e qualquer outro dispositivo eletromecânico. Toda a comunicação se dá via rádio.

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Como funciona a automação das estações?

Painéis de telemetria, constituídos de quadros elétricos dotados de CLP, rádio modem, fonte de alimentação com bateria e interfaces analógicas e digitais são instalados nos reservatórios, elevatórias de água e esgoto, pontos de macro medição, válvulas atuadoras e VRPs, ETAs e ETEs. Rádios modem livres de licença de utilização junto a Anatel estabelecem a comunicação entre o CCO e as estações. CLPs fabricados no Brasil, programados em LADDER e comunicando em protocolo MODBUS RTU, controlam a monitoram a estação.

Por que Alfacomp?

Somos a única empresa brasileira fabricante de rádios modem, fornecendo sistemas de telemetria de água e esgoto com tecnologia aberta, protocolos de comunicação de uso comum e não proprietário, utilizando CLPs de mercado e software supervisório de mercado.

  • Vantagem de nossa solução:
  • Possuímos o melhor custo-benefício;
  • Tecnologia aberta que permite ampliar o sistema utilizando qualquer marca de CLP que comunique por MODBUS;
  • Software supervisório de mercado com amplo calendário de treinamentos;
  • Rádios modem fabricados no Brasil com suporte e manutenção nacionais;
  • 18 anos de experiência em automação do saneamento.

Como especificar um sistema de telemetria

O primeiro passo é o levantamento de campo, quando são coletadas as informações sobre os pontos de interesse, a saber: reservatórios, elevatórias de água e esgoto, boosters, pontos e macro medição, VRPs, ETAs, ETEs, e qualquer outra instalação que se deseje monitorar e controlar. O resultado deste levantamento é uma lista de informações contendo:

  • Descrição da instalação com a lista de instrumentos, parâmetros hidráulicos e elétricos, volumes, pressões, níveis, potências, etc;
  • Foto das instalações com estimativas de altura das edificações e reservatórios;
  • Coordenadas geográficas de cada ponto, preferencialmente em graus, minutos e segundos.

Com base nas informações enviadas, nossa equipe cria um anteprojeto descrevendo em detalhes a tecnologia que será fornecida para automatizar, monitorar e controlar as instalações de saneamento do município. O cliente recebe então um manual de anteprojeto e uma planilha orçamentária contendo os valores de investimento para cada ponto de automação.

Assemae/SC elege nova diretoria em Assembleia Regional

Nova Diretoria ASSEMAE SC A capital Florianópolis recebeu de 25 a 26 de agosto a XV Assembleia da Assemae Regional de Santa Catarina, que reuniu mais de 100 participantes no Cambirela Hotel. Na ocasião, o diretor-presidente do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae) de Jaraguá do Sul (SC), Ademir Izidoro, foi eleito como novo presidente da Assemae Catarinense.
Sob o tema “Excelência na gestão dos serviços de saneamento”, o evento realizou painéis, apresentações de experiências exitosas em saneamento e exposições tecnológicas. A mesa de abertura contou com a participação do presidente nacional da Assemae, Aparecido Hojaij; secretário executivo da Entidade, Francisco Lopes; então presidente da Assemae Regional de Santa Catarina, Aluir Flemming; secretário estadual do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Carlos Chiodini; e do engenheiro Milton Tadassi, representando o superintendente estadual da Funasa em Santa Catarina, Adenor Piovesan.

O encontro abordou uma série de temáticas importantes para os municípios, a exemplo das perspectivas de fomento ao saneamento básico em Santa Catarina, gestão da qualidade e inovação tecnológica, além do papel da regulação na excelência dos serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo dos resíduos sólidos e drenagem urbana. Os debates foram conduzidos por especialistas na área de saneamento, incluindo pesquisadores, gestores públicos, técnicos e empresas de tecnologia. Segundo Carlos Chiodini, a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico Sustentável pretende estreitar relações com as entidades municipalistas. “Temos o desafio de manter Santa Catarina na vanguarda do desenvolvimento econômico, dando atenção à sustentabilidade e ao meio ambiente. Para isso, precisamos de um trabalho participativo junto com a sociedade organizada”.

Entre outras atividades, na quarta-feira (26/08) o então presidente Aluir Flemming apresentou a prestação de contas de sua gestão no comando da Assemae Regional de Santa Catarina. Ele ressaltou as capacitações realizadas durante seu mandato, destacando a XV Assembleia como instrumento para o avanço dos serviços municipais de saneamento básico.  “Agradeço a parceria dos associados nesses anos de gestão. Estaremos juntos no trabalho que visa potencializar a ação dos municípios no saneamento”.

Ao final do evento ocorreu a eleição da nova diretoria da Regional Catarinense referente ao biênio 2015/2017. Conforme prevê o estatuto da Assemae, as eleições para os cargos das diretorias regionais devem ser efetuadas pelo voto direto dos associados, desde que eles pertençam à jurisdição da Seção Regional e estejam em dia com suas anuidades. As diretorias são formadas por no mínimo cinco representantes de serviços municipais de saneamento associados à Entidade. O novo presidente da Assemae Regional de Santa Catarina, Ademir Izidoro, agradeceu a confiança dos associados e informou que pretende investir na troca de experiência entre os municípios do estado. “Vamos criar uma câmara técnica itinerante para auxiliar a gestão dos serviços municipais, buscando a universalização do acesso ao saneamento básico”, acrescentou.

O presidente nacional da Assemae, Aparecido Hojaij, parabenizou a Regional pela realização do evento e eleição da nova diretoria, além de lembrar que o estado catarinense sediará a 46ª Assembleia Nacional da Assemae, em maio de 2016, na cidade de Jaraguá do Sul. “Estamos à disposição dos municípios de Santa Catarina, incentivando a inclusão social garantida pelo saneamento básico, com gestão pública e sustentabilidade”.

Confira a lista da nova diretoria da Assemae Regional de Santa Catarina:

Presidente: Ademir Izidoro – Samae Jaraguá do Sul

1º Vice-presidente: Aluir Flemming – Simae Joaçaba

2º Vice-presidente: Valdair Matias – Samae Blumenau

1º Tesoureiro: Ivana Aparecida Pereira – Samae São Bento do Sul

2º Tesoureiro: Hugo Rodolfo Binger – Samae Rio Negrinho

1º Secretário: Taline Luise Behling – Samae Jaraguá do Sul

2º Secretário: Judite Peters Schurohff – Samae São Ludgero

1º Diretor de Eventos e Logística: Gilson Muller Bratti – Samae Grão Pará

2º Diretor de Eventos e Logística: Antonio Ironildo Willemann – Samae Orleans

1º Diretor de Capacitação de Recursos Humanos: Douglas Pasquali – Samae Gaspar

2º Diretor de Capacitação de Recursos Humanos: Ricardo Melato – Samae Gaspar

1º Diretor Associativo: Eloi Regalin – Sanefrai Fraiburgo

2º Diretor Associativo: Ricardo Stecanella – Samae Timbé do Sul

1º Diretor de Assuntos Jurídicos: Sidnei Penzo – Simae Capinzal – Ouro

2º Diretor de Assuntos Jurídicos: Diogo Vitor Pinheiro – Semasa Itajaí

1º Diretor de Comunicação: Jackson Buss – Samae São Ludgero

2º Diretor de Comunicação: Enio João Zanelatto Bagio – Samae Grão Pará